Andrea Minardi (São Paulo, São Paulo)
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Bom, eu estou aqui agora para falar sobre câmbio no Brasil. Quando você olha o jornal você geralmente vê a cotação oficial do câmbio. Você tem a cotação oficial de venda e a cotação oficial de compra, e você verifica que é diferente porque tem o spread entre as duas cotações. E no Brasil, engraçado, sai sempre a cotação do paralelo, do mercado negro. Hoje ainda bem essa cotação está bem próxima da oficial, mas já teve tempos onde era bem diferente. Bom, a moeda mais forte para a gente é o dólar. A maior parte das transações são feitas contra o dólar, mas você aparece as cotações cruzadas com o franco francês, com marco alemão, com a libra esterlina. E você como turista, você pode sempre trocar os seus dólares por reais nos bancos, ou se você for viajar como turista brasileiro, você também pode trocar reais por dólares. Todos os bancos, ele têm centralizadas mesas de câmbio onde são feitas as operações maiores. E tipos de operações que são feitas com empresas são para as importadoras que são financiamentos às importações. E com as exportadoras você tem os ACC (Adiantamento de Contrato de Câmbio) e o ACE (Adiantamento de Contrato de Exportação), adiantamento de câmbio. O ACE se não me engano, é feito contra o embarque da mercadoria. Outra operação também são cartas de crédito.